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sábado, 9 de março de 2013

Propostas de Fedido e agenda de caminhada

No dia 27 de Março a comunidade Ufanística irá às urnas para mais um teatro eleitoreiro que irá manter o mesmo quadro de 60 anos atrás.

Por isso, na semana da eleição, Fedido irá para a UFAM fazer uma caminhada para que seja um candidato conhecido. No dia da eleição, mostre toda a sua irracionalidade e vote em Fedido. Já que tudo está uma cachorrada mesmo, eleja alguém que de cachorrice entende muito bem. Para votar em Fedido basta digitar 666. Se a sua orientação religiosa não permitir, digite 66.

PROPOSTAS

1 - Aumentar a quantidade de ração para os estudantes
2 - Fornecer mais livros mofados
3 - Babar na estrutura da instituição
4 - Latir no CONSUNI
5 - Aumentar a rota de veículos e paus de arara para a integração
6 - Fornecer água de pior qualidade do que a atual
7 - Aumentar a quantidade de carrapatos e sugadores da instituição
8 - Promover a Jornada de Corrida atrás do Rabo
9 - Dialogar da melhor e mais inteligível forma possível com os estudantes
10 - Fingir de morto!


JORNADA

22 de Março - Jornada no Mini-campus (A confirmar).
25 de Março - Jornada no Campus.
27 - Eleição.



Fedido para Reitor!


Leia aqui o Manifesto e lançamento da candidatura de Fedido.
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sábado, 2 de março de 2013

Manifesto e lançamento da candidatura de Fedido para reitor da UFAM

Mais uma vez o famoso pleito para o cargo de Rei-tor será realizado na UFAM - gentilmente cognominada de UFAnta. Os quadros eleitorais são os mais escabrosos possíveis. De um lado temos o continuísmo e descompromisso com a instituição, em nome de uma agenda governamental. De outro, uma articulação desejosa de chegar na mamata. As mazelas são tacanhas. Mas as articulações... Esperava-se até quatro chapas. E desta espera a atual direção estava preocupada, visto que não teria forças para chegar a um possível segundo turno. Diz-se por aí que o professor Hedinaldo, mais aberto aos estudantes, sairia com uma chapa. Até havia o rumor de um possível racha. Outra da Peralta, ops, professora Márcia Perales. E na cara de pau, Hidembergue! O pior reitor que a instituição já teve. Quem viveu este tempo tenebroso a de concordar. E o Puga? Candidatou-se a diretor da Faculdade de Estudos Sociais (FES), ganhou e ao invés de cumprir com honra os votos que o levaram a direção da FES, está correndo atrás da reitoria. E os outros não sei.

Fedido pede seu voto!
E o que os estudantes têm haver com isso? Na realidade, eu não sei. Ou sei sim. Voto. Só. Foi o voto dos estudantes que levaram a chapa 10, da atual direção, para a vergonha da rejeição discente. Mas agora, agora, AGORA, alguns professores que admiro, muitos diretores de faculdades e institutos perseguidos como são os casos de Medicina e ICHL, apoiam a atual gestão. E vem pedir o nosso voto para a atual gestão. O NOSSO VOTO!

A DESCULPA É A CONJUNTURA POLÍTICA!

E quem vamos votar? EU TENHO UMA SOLUÇÃO. Não aguento mais escrever sobre esta merda. Por isso o blog está lançando a candidatura de Fedido. Fedido veio das camadas mais baixas da sociedade canina. Ele tem histórico de vencedor. Tem ótimas referências. É um pequeno grande cão de guarda. Venceu a sarna, venceu o preconceito, é amigo de gatos. Com Fedido você terá a certeza que nunca vai ser traído.

Cachorrice por cachorrice, vote no FEDIDO. O número é 666!

Em breve iremos lançar as propostas de FEDIDO.


Leia Propostas de Fedido e agenda de caminhada
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sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Para lembrar - Reportagem da Folha sobre as condições da UFAM e a resposta da Assessoria à repórter

Reunião com Reitoria/CAPSI
Na semana passada, 17, o DCE - Gestão Interina  reuniu-se com a Reitora Márcia Perales, afim de obter respostas para a Pauta Unificada (documento elaborado pelos centros acadêmicos). Entretanto, antes da reitoria dar as repostas significativas, ou não, a repórter da Folha, Kátia Brasil, realizou uma reportagem no Campus sobre as condições da infraestrutura utilizada pela comunidade acadêmica. Uma das coisas mais thuthucas da reportagem é que a assessoria disse que a reitoria não iria responder as questões dos estudantes para a repórter. Pode não ter respondido para a repórter, mas respondeu a nós! Só não entendi o motivo da raiva com os animais. Segue a reportagem.


No Amazonas, campus tem lixão e biblioteca onde faz 40 graus
KÁTIA BRASIL
DE MANAUS

No campus da Ufam (Universidade Federal do Amazonas), instalada em 1965, a precariedade é tanta que os alunos do ICHL (Instituto de Ciências Humanas e Letras) precisam ler os livros da biblioteca em cabines num corredor escuro - e sob 40°C.

Além disso, dessas 36 cabines, 14 estão sem cadeiras.

Entre os blocos, cercados por florestas, há esgoto a céu aberto e até lixões -um deles a menos de 100 m de onde a universidade produz medicamentos. A Ufam paga R$ 5,1 milhões a uma empresa de conservação e limpeza (o total de despesas, no ano passado, foi de R$ 390 milhões).

Estudantes e professores reclamam da falta de luz, água, ar-condicionado, seguranças e salas de aulas. Há banheiros e laboratórios danificados. Segundo a pró-reitoria de planejamento, com a implantação do Reuni (programa de expansão), o corpo discente pulou de 19 mil para 29 mil alunos no Amazonas.

Vira-latas e gatos circulam pelos corredores. "Na hora do almoço, os cachorros invadem o restaurante universitário", diz o professor do departamento de sociologia Luiz Fernando de Souza Santos.

A cozinha do restaurante do ICHL foi improvisada dentro de um banheiro. Uma empresa foi contratada para fornecer três refeições diárias, ao custo de R$ 1,20 por aluno, mas eles dizem que o jantar, para o noturno, não é feito. ''É o turno da fome", diz a aluna Jeane Alves.

Desde o dia 11, estudantes estão acampados no campus, como forma de protesto.

OUTRO LADO

A reitora da Ufam, Márcia Perales Silva, disse, via assessoria, que não responderia questões relativas às reivindicações dos alunos.

A pró-reitora de ensino de graduação, Rosana Parente, falou que o calendário acadêmico foi suspenso e que os alunos acampados estão recebendo segurança da Ufam.

Segundo o prefeito do campus, Marco Antônio Mendonça, uma biblioteca central será construída. Uma empresa foi contratada para recolher os lixões e 14 banheiros serão reformados. A reitoria não comentou a falta de energia, água e professores nem as reivindicações salariais.


Fonte: No Amazonas campus tem lixão e biblioteca onde faz 40 graus. Acessado em 18 de Junho de 2012. Último acesso em 21/09/2012.


Videos da Manifestação do dia 12 de Setembro, Quarta-feira




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sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Inédito Conselho de Entidades de Base propõem mudanças e lutas paras os vários cursos da UFAM


No dia 14 do corrente, um Conselho de Entidades de Base convocado pelo Diretório Acadêmico de Medicina Humberto Mendonça - DAM HM decidiu pela chamada do XXIV CEUFAM, formação de uma gestão interina e deliberou sobre os problemas dos vários cursos da Universidade. Num quorum histórico e privilegiado, participaram 17 centros acadêmicos dispostos a mudar e a lutar pelos seus cursos e pela Universidade como um todo. No CEB, todos os estudantes perceberam que os problemas de vários cursos tinham elo em comum. Eram eles a biblioteca, laboratórios, demanda de professores, excesso de alunos (resultado do acordo com a UFAM e o REUNE), reestruturação de grades curriculares e professores específicos para cada curso. Durante reunião era visível a tristeza de muitos centros acadêmicos e a vontade de outros de mudanças.

Os estudantes atestaram o completo abandono da maior representação estudantil da UFAM, o DCE, e viram a necessidade de fazer frente aos diversos problemas enfrentados pelos mesmos. Após este CEB, no dia 16, o Comando de Greve Estudantil convidou esta gestão interina para compor a mesa de reunião deste com o vice-reitor, Hedinaldo Narciso. Na ocasião, o DCE propôs a ocupação da Sede, ocupada ilegalmente por anos, e o vice-reitor permitiu, dando o suporte de dois seguranças salvaguardar a integridade física dos estudantes. Foram feitas cobranças anteriores e o vice-reitor prometeu que em alguns dias iria protocolar as demandas das reuniões anteriores. Após esta reunião, os estudantes dirigiram-se à Sede do DCE e a ocuparam. Para saber mais sobre a ocupação acesse aqui!

Quanto ao CEB, as propostas foram votadas no CEB foram: 1) Todos os cursos iriam enviar suas demandas para serem agrupadas em um só corpo e protocoladas na Reitoria;  2) Formação da Gestão Interina formada por DAM, CAFCA, CACHA, CAAD, CACEC, CACS, CABIO, CABIOTEC, CALLES, CADe, CEGEO, CACES, CASSA, CECLA; 3) Próxima reunião no dia 20, na sede da ADUA para apreciação das reivindicações dos curso; 4) Proposta de apresentar ao CONSUNI a proposta de abono de faltas durante os jogos e a inclusão destes no turno noturno.

Abaixo segue a Ata do Conselho de Entidades de Base


Universidade Federal do Amazonas 
Conselho de Entidades de Bases – CEB 
Convocado em 06 de Agosto de 2012 pelo Diretório Acadêmico de Medicina – DAM 

Ata do Conselho de Entidades de Base 

No dia quatorze de Agosto de 2012, na sede da Associação dos Docentes da Universidade Federal do Amazonas – ADUA, os centros acadêmicos de Medicina (DAM), Serviço Social (CASSA), Letras Língua Portuguesa (CECLA), Letras Línguas Estrangeiras (CALLES), Pedagogia (CAPe), Administração (CAAD), Ciências Contábeis (CACIC), Ciências Econômicas (CACEC), História (CACHA), Geografia (CEGEO), Biotecnologia (CABiotec), Ciências Sociais (CACS), Estatística (CACES), Design (CADe), Psicologia (CAPsi), Filosofia (CAFCA), Biologia (CABIO) e estudantes dos cursos de química, direito e engenharia florestal, reuniram-se em conselho para deliberar sobre os pontos de pauta apresentados pelo Diretório Acadêmico de Medicina. Os trabalhos da mesa foram iniciados pela Presidente da Mesa Michele Lima de Oliveira. A Mesa iniciou o CEB com a leitura do Regimento Interno e colocou este para apreciação da plenária. Não havendo inserção de pontos, o Regimento Interno foi aprovado com 16 votos a favor e 1 abstenção e em seguida foi escolhido o aluno Leonardo Glória, de Engenharia Florestal, para compor a Mesa na função de Secretário. Em seguida foram lidas as pautas da convocatória sendo solicitada pelo Centro Acadêmico de Administração a inclusão de pauta sobre o JUUFAM e solicitado pelo Centro Acadêmico de Pedagogia a leitura sobre os trabalhos do Comando de Greve Estudantil como ponto de pauta. A seguir foi solicitada inversão de pauta pelo Comando de Greve Estudantil para proceder a leitura dos trabalhos do mesmo como primeiro ponto de pauta a ser discutido. As inclusões e inversões foram aceitas por unanimidade e a nova configuração das pautas foram (1) Informes do Comando de Greve Estudantil – CGE, (2) Elaboração de proposta de reivindicações estudantis por curso, (3) Congresso de Estudantes da UFAM – CEUFAM, (4) JUUFAM. Em seguida o Secretário passou a leitura dos trabalhos do Comando de Greve Estudantil junto a Reitoria, a Prefeitura do Campus e PROCOMUN. O CGE salientou as muitas reivindicações foram ouvidas, mas até o momento nenhum posicionamento destas instituições havia sido protocolado. O Secretário informou que a Prefeitura posicionou um cronograma de obras e a inserção do CGE na função de fiscais destas. Também informou a conquista do funcionamento do RU a noite e que o CGE disponibilizou uma enquete para os estudantes escolherem o cardápio a ser oferecido. Em seguida passou-se ao segundo ponto da pauta. Abriram-se as inscrições e os representantes dos centros acadêmicos relataram os problemas existentes em seus cursos e apresentaram soluções para sanar estas dificuldades encontradas. Foi de consenso geral que a despeito das especificidades existentes em cada curso, os problemas que acometiam os discentes eram basicamente os mesmos e logo, o Centro Acadêmico de Biologia destacou a necessidade de se organizar os pleitos dos cursos em eixos a fim de dos centros acadêmicos terem pauta de reivindicações única. Em seguida houve pedido de encaminhamento da representante do DAM para que as propostas de todos os centros acadêmicos fossem reunidas em pauta única de reivindicações até ao dia 17 de Agosto, conduzidas por uma gestão interina do DCE, levadas a Reitoria e submetidas ao CEUFAM. O encaminhamento foi aprovado e em seguida o Centro Acadêmico de Letras encaminhou um pedido de homologação do encerramento da Gestão do DCE eleita em 2010 “Da unidade vai nascer a novidade”, sob justificativa de que esta gestão expirou na data de 27 de Abril do corrente. Colocada em votação foi aprovada por 16 votos a favor e uma abstenção. O Diretório Acadêmico de Medicina encaminhou a proposta de formação de uma gestão interina para o DCE, responsável prioritariamente pelo planejamento e realização do CEUFAM, formado pelos seguintes Centros Acadêmicos DAM, CAFCA, CACHA, CAAD, CACEC, CACS, CABIO, CABIOTEC, CALLES, CADe, CEGEO, CACES, CASSA, CECLA. O secretário e o Centro Acadêmico de Filosofia salientaram a importância da organização que seria estabelecida através da gestão interina perdurasse com a mesma força no período pós greve. Colocada em votação a proposta de formação de uma gestão interina com os Centros acadêmicos já citados foi aprovada por unanimidade. Foi acordado a ocorrência de uma próxima reunião em 20 de Agosto, as 16 H 00, na Sede da ADUA, para a apreciação e aprovação das pautas de reivindicações dos cursos. Em seguida passou ao último ponto, sendo apreciado pelo Centro Acadêmico de Economia a necessidade de discussão dos Jogos Universitários da UFAM (JUUFAM) no CEB. O Secretário informou aos presentes que a liberação ou não do JUUFAM dependia da liberação do Comando de Greve dos Técnicos. O Centro Acadêmico de Design argumentou que as discussões para o JUUFAM encontravam-se avançadas em várias reuniões com a responsável pela realização dos jogos. O Centro Acadêmico de Pedagogia deu encaminhamento solicitando a inclusão dos jogos no calendário acadêmico. O Centro Acadêmico de Design argumentou ser impossível a inclusão do JUUFAM no calendário e apresentou a proposta de que os jogos fossem realizados na semana de matrículas. O DAM apresentou proposta de que a gestão interina elabore documento a ser submetido ao CONSUNI solicitando abono de faltas aos participantes do JUUFAM e pediu reunião com a responsável pelos jogos para verificar qual a melhor maneira de realização do JUUFAM no pós-greve, incluindo também a discussão sobre a possibilidade de parte dos eventos ocorrerem em período noturno (conforme pedido do Centro Acadêmico de Psicologia). Colocada em votação as três propostas, por maioria simples venceu a proposta do DAM. Após esta última votação a Mesa deu os trabalhos por encerrados.
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domingo, 12 de agosto de 2012

Luta do Comando de Greve Estudantil da UFAM pelo RU noturno torna-se realidade

Em reunião com o diretor da PROCOMUN, e com o prefeito do Campus, Marcos Mendonça, o Comando de Greve Estudantil da UFAM exigiu o cumprimento da cláusula do contrato que diz que o RU deve funcionar no período noturno. Os estudantes não cederam a pressão e foi garantido o funcionamento do RU a noite, a princípio com trezentas refeições. O pró-reitor pediu ao Comando para escolher o cardápio. Mas em reunião o Comando decidiu promover uma ampla enquete entre os estudantes para escolha deste cardápio. Uma nobre decisão!


Comando de Greve Estudantil da UFAM
É de se admirar que as lutas deste Comando de Greve Estudantil não estão amplamente abraçadas pelos estudantes. Infindáveis gestões de DCE, alguns muito chapas da reitoria, não conseguiram o cumprimento deste direito. Admira-se também que alguns elementos estejam apenas interessados em promover a discórdia e a divisão das lutas apenas por desejos politiqueiros e particulares. A UFAM apresenta muitos problemas. Mas em época de greve alguns membros deste grupo, em particular da extinta gestão do DCE 2011 (que se recusa a sair e ainda fica fechando acordos pelos estudantes da UFAM com o MEC!), preferem espalhar boatos, divisões e guerra virtual para desacreditar as verdadeiras lutas em favor da coletividade estudantil. Podemos observar esta guerra na investida pela exigência da realização do JUUFAM - Jogos Universitários da UFAM. O que é o JUUFAM perto de uma biblioteca completa, de um RU noturno, de mais ônibus para os estudantes, de mais projetos científicos, de melhores laboratórios, de mais bolsas permanências? Ao que me consta, no JUUFAM os alunos não são liberados das aulas. Levam faltas!

Mas o grupo divisor-politiqueiro quer apenas o JUUFAM e esconde de todos os estudantes as conquistas que este Comando de Greve Estudantil está conseguindo. Este grupo aí só quer mais uma eleição para DCE para poder ter algum ornamento em seu curriculum político e galgar posições em um dado partido. Suas táticas são simples: jogar os estudantes uns contra os outros e esconder as reais lutas dos estudantes.

Estou fazendo apologia aos valentes acampados na sede da ADUA? Posso estar. Ou não. Mas ao menos depois de sabe-se lá quantos anos, estes valentes, estes párias, estes que são motivo de chacotas, que são motivo de escárnio e desaprovação, estes alunos conseguiram fazer que o RU noturno funcionasse.

Para você ter acesso a enquete do RU visite o blog do Comando de Greve aqui.
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terça-feira, 7 de agosto de 2012

Convocatória de Conselho de Entidades de Bases (CEB's) pelo Diretório Acadêmico de Medicina da UFAM


Universidade Federal do Amazonas
Diretório Acadêmico de Medicina Humberto Mendonça

Carta Convocatória
Aos centros acadêmicos,

Considerando o atual panorama caótico em que se encontram os mais diversos cursos oferecidos na UFAM, englobando desde deficiências infraestruturais, grades curriculares, quadro de professores, acervo bibliográfico, dentre outros.

Considerando a ausência de uma entidade que represente e lute de maneira efetiva em favor dos interesses estudantis.

Considerando os artigos 2°, capítulo IV seção III, e artigo 21° (Estatuto dos Estudantes da Universidade Federal do Amazonas, 2007) que tratam da defesa dos estudantes, dos seus interesses, da organização de defesa em favor de interesses comuns e da legalidade e durabilidade de gestão de DCE.

E por fim considerando a extrema necessidade de se discutir e edificar uma organização sem fins partidários ou eleitoreiros, a qual lute em favor dos pleitos estudantis de forma otimizada a fim de se conseguir ganhos reais para a comunidade discente desta universidade.

O Diretório Acadêmico de Medicina vem através deste convidá-los para participação de um Conselho de Entidades de Bases (CEBs), no dia 14 de Agosto, às 16 H 00, na sede da ADUA no intuito de se estabelecer um período de socialização de problemas e principalmente de encontro de soluções para as problemáticas dos diversos cursos. Tal fato passa também pela discussão de elaboração de um possível Congresso de Estudantes da Universidade Federal do Amazonas (CEUFAM). Para tanto enviamos os seguintes pontos de pauta:

1 – Aprovação do Regimento Interno;
2 – Elaboração de proposta de reivindicações estudantis por curso;
3 – Congresso de Estudantes da UFAM;

Salientamos que no intuito de preservar o caráter estudantil de nossa iniciativa, evitar o perfil de “palanque político” visto em alguns CEB’s anteriores e manter uma organização logística do CEB, segue em anexo um modelo sugerido pelo DAM de Regimento Interno a ser aprovado pelos demais Centros Acadêmicos para estabelecimento de regras a serem seguidas durante a discussão entres os CAs e estudantes.

É de suma importância a participação de todos os Centros Acadêmicos a fim de delimitarmos prioridades e decidir soluções, estabelecendo as bases para edificarmos uma educação de qualidade em nossos cursos.

Desde já agradecendo,


Michele Cristina Lima de Oliveira – Diretório Acadêmico de Medicina Humberto Mendonça


Para ler sobre o resultado do CEB acesse aqui.
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Convite para a construção da Semana Cultural do Comando de Greve Estudantil da UFAM

O Comando de Greve Estudantil convida todos os estudantes e centros acadêmicos da UFAM para a construção de uma Semana Cultural, prevista para os dias 22 a 24 de Agosto. Hoje realizou-se a primeira reunião e algumas metas foram traçadas. Precisam-se de pessoas que estejam dispostas a ajudar na logística desta Semana. Estão sendo organizadas oficinas diversas, mostras e outras formas de manisfestação cultural. O encerramento desta Semana será com um grande Sarau, com música, poesia e outras formas de socialização. Se você deseja ajudar nesta logística, oferecer uma oficina ou trazer sua banda, participe das reuniões no Acampamento da Greve, às 16 H 00. Para entrar em contato clique aqui.
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sexta-feira, 25 de maio de 2012

A greve da UFAM, os peitos, e o Portal Pelego - Uma nota de repúdio ao Portal do Holanda

"Você leu o blog do Holanda hoje?", "viu o que estava no  portal do holanda?". Meus caros, quem nunca se deparou com estas perguntas? O blog do Holanda. Um portal que joga de acordo com o governo municipal e estadual. Que  promove fofocas. Que diz-se um grande meio de comunicação. Que diz-se um denunciador do corrupção. De onde vem o público do portal do Holanda? São estudantes, curiosos, a classe média. Enfim, pessoas interessadas nas fofocas do disse-não-disse da política amazonense. É o mascate da classe média. O Ratinho dos intelectuais.

O Portal do Holanda promove um discurso denunciador. Mas sempre de acordo com as conveniências. Ainda não vi o referido portal criticar o governo do estado. Apenas elogios. Ainda não vi o mesmo criticar as mazelas do judiciário amazonense. Apenas o disse-eu-daqui. É o famoso pelego. Aquele que vende-se por uma secretaria, o procrastinador da situação. Ainda não tinha lido algum artigo do dono do portal. Mas minha infelicidade veio com o editorial intitulado "A Ufam e os meninos nus".

Neste o senhor Raimundo Holanda questiona os motivos das estudantes, o movimento paredista, lança dúvidas sobre a educação oferecida por uma universidade que há mais de 40 anos atua em prol da sociedade amazonense. Como um arauto da verdade e do moralismo ele escreve, e escreve. Numa melancolia jocosa e bolorenta. Para ele a UFAM é um grande circo. Isto me lembra aqueles comentários ácidos e desprovidos de inteligência dos teóricos golpistas militares.

Mas ainda não vai por aí. Este senhor, campeão da moralidade, apenas esquece de lembrar ao leitor que o seu site apresenta fotos de mulheres nuas, de videos de coito de participantes de realitys shows, de exposição de mulheres nuas e tantas outras coisas dadas como pornográficas e de conteúdo adulto. Este senhor faz parte daquele nicho da sociedade que vê em tudo uma falta de respeito, mas traem suas esposas, batem em suas mulheres, gastam seus salários com prostitutas.

Basta qualquer menor acessar este site e terá de forma fácil, logo na primeira página, todo o conteúdo adulto que precisa. Ele poderia nos ter feito um grande favor e ter acompanhado as assembleias estudantis que deram apoio à greve e saber os seus motivos, acompanhar a greve dos professores, ou ter feito um editoral mostrando o quadro calamitoso da educação no nosso estado. Sim, porque ao invés da hipócrita educação moralista que ele advoga, deveria o mesmo está preocupado com a qualidade do ensino em nosso estado. Educação não é moralismos. É conhecimento científico firme e de qualidade. Qualidade esta que o Brasil ainda está muito aquém.


Fonte:

A Ufam e os meninos nus. Acessado em 25 de Maio de 2012.
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segunda-feira, 7 de maio de 2012

Agradecimento e Despedida da Gestão Nuqachis

Esta carta iria ser publicada no mural meados de 2011, mas devido a forças maiores, o autor não quiz mais faze-lo. Preferiu dizer obrigado pessoalmente. A carta reflete coisas que hoje não são mais vistas. Ao término da gestão o que se viu foi uma perda da maioria das conquistas e o total descrédito junto aos centros acadêmicos do ICHL, principalmente após a eleição do DCE, que todos sabem foi um verdadeiro show de irregularidades e roubos. Pela primeira vez o CACHA passou a ser um CA fraco e subserviente; ficou fora dos grandes movimentos e passou para a sombra de outras CA's que o seguiam. A gestão passada afundou o barco e a antiga comandante ainda não quer largar o osso, por motivos politiqueiros.


Despedida da Gestão Nuqachis
Carta Aberta à Comunidade Acadêmica, em especial ao amado curso de História

É chegado o mês de novembro. Mais um período que se vai, mais um ano que se termina. E como parte da transitoriedade da vida, mais uma gestão do CACHA que também finda. Peço licença a meus camaradas de luta e chamar, neste momento, a responsabilidade de escrever esta carta de despedida. Eu espero conseguir corresponder em palavras, os anseios finais destes que estiveram conosco até o final.

O meu maior orgulho, como um dos primeiros incentivadores à idéia de formação de uma chapa, é saber que a diretoria fora escolhida por suas convicções solidárias, a favor dos estudantes, solidificadas em protestos, em passeatas e na repressão policial de um Estado que não consegue observar as necessidades de seus próprios cidadãos.

Todos juntos, pensamos idéias que poderíamos por em prática. Todos juntos estávamos, todos juntos lutávamos. Nuqachis, ou “todos nós” em Quíchua refletia aquele coletivo de alunos que estavam empenhados em construir um novo modelo de gestão de Centro Acadêmico. E nos elegemos. Por duas vezes os estudantes de História afirmaram e confirmaram a vontade de experimentar a nossa maneira de ajudar a construir.

Começamos a nossa experiência no final de 2009. Nosso Centro Acadêmico, outrora um espaço reservado e sisudo se tornou popular, aberto ao público e simpático aos visitantes. Recordo-me, com lágrimas e profundo peso em meu coração, das grandes conversas, ora sérias ora descontraídas. Jamais nos esqueceremos das felizes noites: alguns dias fazíamos churrasco como processo prometido de integração social entre os alunos, outros dias pedíamos pizza e nas sextas as sextas culturais eram de praxe. Nenhuma revolução, aquela que se dispõe a mudar um sistema vigente de forma abrupta, nasce de grandes comícios ou assembléias. As verdadeiras revoluções nascem nos mais simples momentos de socialização.

Começou o ano de 2010, e parecia um ótimo período para começar a pôr em prática a outra parte de nossas idéias. Com ajuda de nosso camarada Eraldo, para o curso de Férias, já funcionava no Centro Acadêmico a nossa própria reprografia. Sem filas, com horários flexíveis e que visava atender, com um preço bem menor, todos os estudantes de História.

Infelizmente, uma manobra do departamento derrubou a nossa reprografia e com aval de alguns outros alunos. Derrubou nossa reprografia e nossa motivação também. Tantos foram os motivos e nenhum deles pensava nos alunos mais carentes desse curso, historicamente fomentado nas camadas mais populares da sociedade.

Pedimos sinceras desculpas se nos perdemos na falta de motivação. E eu, na época presidente deste Centro Acadêmico, assumo todas as falhas que permearam a construção dessa gestão. Muitas horas eu pensava estar vencido pelo fracasso, pelo descrédito a alguns professores, pelo silêncio de muitos.

Uma tarde lembrou-me um amigo, e na época o Vice-Presidente Marcelo Kaká, de que ainda havia pessoas que acreditavam em nós, e que ainda nos esperavam. Eu vi que não estava sozinho, e pelas palavras de Kaká, pude observar quantas pessoas falavam através dele. Nós nos reunimos, convocamos pessoas que queriam construir conosco, e começamos a caminhar novamente, em uma locomotiva que nunca irá parar.

Nosso primeiro projeto, nesse processo de retomada, foi um sucesso surpreendente. O trabalho de campo realizado em Presidente Figueiredo, não sairá jamais da memória de quem lá esteve presente.

Conseguimos, com ajuda de pessoal especializado externo, organizar de forma definitiva o material do Centro Acadêmico, os ofícios devidamente arquivados e os modelos de ofício atualizados. Somos o único Centro Acadêmico com e-mail institucional, que facilitará para posteridade a comunicação entre CACHA e alunos.

Estivemos presentes na luta contra a poluição do esgoto da UFAM e estivemos na destituição e na convocatória para eleição da nova diretoria do DCE. Realizamos o II Congresso dos Estudantes de História, uma proposta de campanha nossa. Este trouxe palestras ricas e mudanças necessárias em nosso estatuto, mudanças estas também proposta de campanha. Conseguimos, junto com todos os estudantes interessados e que participara das mudanças estatutárias, tornar as eleições mais democráticas, um enxugamento nas diretorias, e maior de todas: que o congresso é o maior evento de deliberação e mudança do estatuto, tornando-o obrigatório e anual.

Mas não apenas isto. Fortalecemos o CACHA a tal ponto de ele está comandando os principais meios de representação discente. Por nossa iniciativa e posterior comando, fizemos a eleição para representante discente dp Condepe-ICHL que há algum tempo estava parada; articulamos junto com três CA’s a eleição de alunos comprometidos conosco para a diretoria do CONSUNI, órgão máximo de deliberação da UFAM; junto com outros cinco CA’s destituímos a atual diretoria do DCE, que estava ilegalmente no poder a dois anos, e chamamos o XXII Ceufam; estamos participando da Comissão Organizadora do Ceufam e estamos colocando representantes da sociedade nas mesas temáticas. Deixamos um CACHA forte, com a licença do trocadilho. Nestes dez anos de redemocratização do CACHA, nós o colocamos no centro das principais decisões, manifestos, articulações e organizações do atual movimento estudantil de forma INDEPENDENTE, POLITIZADA, APARTIDÁRIA, REVOLUCIONÁRIA, NÃO CONSEVADORA. Isto pode não ter feito parte de nossas propostas de campanha, mas pode ser uma das maiores conquistas de nossa gestão e do CACHA. Não digam que não fizemos nada. Não vendemos o CACHA para instituições estudantis pelegas, professores, estudantes conservadores. Que as próximas gestões fortaleçam este ponto de chegada do CACHA. Não fizemos isso para o particular de ninguém. Fizemos isto pensando em nós, estudantes de História.

Mais do que isso, estivemos sempre, face a face ouvindo elogios e reclamações. Não nos escondemos em chantagens, conversas pequenas ou personas cibernéticas que facilmente criticam, mas que nada constroem. Pedimos mais uma vez, sinceras desculpas, mas fizemos o que foi possível, com transparência e legalidade. Pela primeira vez, termina-se uma gestão com as contas no azul e dinheiro em caixa.

Nossos sinceros agradecimentos à professora Kátia Couto, que nos ajudou imensamente neste segundo semestre de 2010, ao professor Bitton e ao Museu Amazônico, à professora Patrícia Silva, ao professor Davi Avellino, à arquivista do Museu Amazônico Eliana Maria de Souza, aos alunos Helder Lima e Samuel Ambrósio, que contribuíram com assistência nas áreas técnicas bem como Marylaura Oliveira, Paula Dantas, à nossa alma Bárbara Osbourne, Liviane Azevedo, Dayse Sicsú, Sílvia, Saymon Montenegro, Márcia, Amaro, Emma, Francisco Celso, Priscila Verçosa, Kaio, Renan Cambize, Cláudia Pinheiro, enfim um sem número de pessoas que de uma maneira ajudaram a construir nosso Centro Acadêmico, nossos sinceros agradecimentos, nossa eterna amizade. Agradecemos todos os votos de confiança recebidos.

Da direta para a esquerda: Liviane, Cláudia, Chris, Wagner, Ygor, Celso, Samuel e Josias. Embaixo de uma árvore, pensando em estratégias para ir a Venezuela, Congresso, DCE e outras coisas. Viagem para Presidente Figueiredo. Desde a gestão de Kellen Prata que não se promovia um evento de passeio.

Aos 12 guerreiros que chegaram até o final, vitória. Tenho muito orgulho da equipe que fiz parte.

60 Segundos de Agressão – Invencíveis.
Muitos caminhos a seguir
Tantas promessas a cumprir
Mais que palavras a dizer
Algumas regras a quebrar
E a imensidão pra alcançar
Somos tão livres pra sonhar
O mundo roda e a gente vai se esbarrar
Teremos muita história pra lembrar
Daquele tempo vendo mais um dia amanhecer
Hoje acordei pra ver o sol
Mais um dia novo pra lembrar
Não estou sozinho agora eu sei
As pedras que um dia encontrei
Que sempre fizeram tropeçar
Parecem pequenas pois você estava comigo
E sempre esteve ali
E nunca me deixou cair
Te agradecer e tudo que me resta eu sei
Fotografias vão lembrar
E as velhas palavras de vocês
Nada é impossível e nada a perder
Garrafas de vinho no jardim
E agora caminhos a seguir
Chegou a nossa vez
Não feche os olhos pois há muito pra se ver
E muitos lugares pra ir
Depois da tempestade e o sol nasce outra vez
De volta na estrada estamos juntos outra vez
Que as nossas diferenças sirvam pra nos fazer crescer
Olhando da janela eu vejo coisas que eu não vi
E de tudo que passou eu nunca esqueci

Invenciveis, nós somos invencíveis
Nada nem ninguém poderá nos parar
Invencíveis nós somos invencíveis
Nunca dizer adeus, vamos continuar!

Sinceramente, com todo meu coração
YGOR YUKIHIRO RANGEL AOYAGI
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quarta-feira, 2 de maio de 2012

Ata das Resoluções do II Congresso dos Estudantes de História da UFAM

Segue a Ata com as resoluções do II COHEIS. Tem um ponto que uma certa gestão não cumpriu porque a honestidade não fazia parte de sua formação. Quanto a participação da UNE qualquer aluno do curso pode participar, só a diretoria que não pode participar oficialmente. Mas a gestão Amanhã será outro dia descumpriu. Típico de pessoas pertencentes a certa agremiação socialista.



UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS
INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E LETRAS
CENTRO ACADÊMICO DE HISTÓRIA – CACHA
GESTÃO NUQACHIS


ATA DE RESOLUÇÕES DO II CONGRESSO DOS ESTUDANTES DE HISTÓRIA DA UFAM – II COEHIS/UFAM. PROCESSO DE MUDANÇAS ESTATUTÁRIAS EM RELAÇÃO AO ESTATUTO DE 2008, APRESENTADO E APROVADO NO I CONGRESSO DOS ESTUDANTES DE HISTÓRIA.


No dia nove de Outubro de Dois Mil e Dez, às dezesseis horas e trinta e cinco minutos, no Auditório Paulo Burhein, Setor Sul, Campus Universitário, foi iniciado o processo de mudança estatutária proposta em campanha pela atual gestão. A mesa teve os seus trabalhos iniciados pelo Presidente do CACHA, Ygor Yukihiro Rangel Aoyagi, pelo Relator Geral Samuel Ambrósio Cavalcante Neto e pelo Relator Adjunto Helder Alves Lima. As propostas de mudanças estatutárias foram apresentadas pelo Relator Geral que argumentou os motivos das mudanças no Estatuto e em seguida o Relator Adjunto apresentou um breve histórico dos estatutos do CACHA. Em seguida distribui-se uma cópia para todos os congressistas do Estatuto de Dois Mil e Oito e os trabalhos da Mesa foram iniciadas. O Relator Geral apresentou a proposta de modificar o Artigo Primeiro e acrescentar ao texto o reconhecimento da UNE pelo Estatuto do CACHA. O Relator Adjunto manifestou-se contra a proposta e apresentou à plenária que devido a UNE deixar de representar o corpo geral dos estudantes brasileiros pelo atrelamento às políticas governistas, de deixar e abandonar muitas bandeiras de lutas históricas dos estudantes e pelos próprios exemplos vistos pelos estudantes nos movimentos gerais na UFAM que o CACHA não poderia cair na armadilha de reconhecer tal instituição. O Relator Geral, diante da derrota de sua proposta e pela rejeição da maioria da plenária retirou sua defesa e a plenária decidiu pelo não reconhecimento da UNE nos níveis estatutários, estando proibida a participação da Diretoria do CACHA em qualquer mobilização e congresso de base de tal entidade. O estudante Juliano Gomes apresentou a proposta de reconhecer a ANEL – Assembléia Nacional de Estudantes Livres, no Estatuto em detrimento da UNE, mas o estudante Felipe Braga de Oliveira argumentou que se o CACHA pleiteava uma autonomia frente às instituições estudantis não deveria reconhecer nenhuma das duas entidades apresentadas pelo estudante Juliano Gomes. Foi lembrada a Plenária pelo Presidente Ygor Aoyagi que o CACHA não está filiado a UNE. A proposta de modificação do artigo primeiro foi votada, mas sem o reconhecimento da UNE e da ANEL no Estatuto. Em seguida, o Relator Geral apresentou a proposta de mudança do nome do CACHA. Segundo ele, o centro acadêmico já havia tido tantas denominações durante seus vinte e cinco anos e nenhum oficial para o nome da entidade. Entre os vários nomes não-oficiais estavam Centro Acadêmico Cultural de História do Amazonas, Centro Acadêmico de História, Centro Acadêmico e Cultural de História. A estudante Shirley Botelho argumentou que devia-se uniformizar o nome oficial para o mais conhecido pelo público, Centro Acadêmico de História. A proposto foi acolhida e levada para aprovação. Um destaque de do presidente mostrou-se preocupante para a plenária. Em eleições passadas, mesas desonestas fizeram eleições estaduais para o curso de história, sendo que só em Autazes havia um curso de história, voltada para a comunidade indígena. As comissões eleitorais da década de mil novecentos e noventa usaram tal subterfúgio para manterem-se no poder e fazer do CACHA uma base eleitoral de uma instituição chamada UJS. Para ele deveria ser incluso um artigo afirmando ser apenas de representação da capital. Outro destaque foi dado pelo Relator Geral sobre a representação do CACHA no interior. Para ele o centro acadêmico representava alunos da capital e o seu objetivo primevo era o curso da capital. Para ele todos que disputam eleição sempre souberam que era para a capital, nunca para o interior. Mas para evitar qualquer manobra futura o relator geral decidiu acolher a proposta do presidente. Para ele, caso a UFAM criasse outro curso de História, no interior, bastava que aquele campi criasse o seu CA, ficando a cargo do CA de Manaus de contactar CA irmão e propor agendas de trabalho. Uma intervenção do Relator Adjunto sobre a proposta do presidente foi apresentada. Para o relator adjunto, não havia necessidade de se colocar tal artigo já que o CACHA era representação apenas de Manaus e tal subterfúgio da assim chamada UJS só foi usada uma vez diante do desespero de perder sua base aparelhada para um partido de Manaus. Que qualquer aluno ou mesa eleitoral sabendo que o CACHA é da Capital sempre fez eleições para a capital. Bastava apenas uma ATA. O tema mostrou-se complexo e foi a votação a mudança do nome do CACHA e a inserção do artigo. Sobre a mudança do CACHA a votação foi unânime. Sobre a inserção de ums dispositivo apresentando o CACHA ser entidade de representação da capital, esta foi derrota por três quintos e decidiu-se que no próximo Congresso deveria-se criar tal dispositivo com mais clareza e levando-se em conta a criação de novos cursos regulares de História, e não um modular semelhante ao da comunidade Mura de Autazes. Em seguida O Relator Geral propôs a modificação do artigo terceiro, seção segunda, onde o texto apresentava a palavra “cor”, devido à historicidade do vocábulo e as complicadas questões geradas em torno dela e em seguida estudante Shirley Botelho lembrou ainda que na própria seção já estivesse inclusa a defesa de liberdade sem distinção de etnia. Votada e vencida a proposta passou-se a leitura do artigo seguinte. Na leitura do capítulo segundo, artigo quatro, o Relator Geral propôs a mudança do texto inserindo a frase “e em dias com suas obrigações acadêmicas” e defendeu a tese de que o CACHA interessava apenas aos estudantes de graduação. Segundo o Relator Geral, o CACHA não poderia representar os alunos de especialização devido a estes possuir outras instâncias diferentes dos graduandos. A proposta de modificação do artigo quarto foi votada por unanimidade e passou-se a leitura do capítulo terceiro. O Relator Geral propôs a mudança do parágrafo único do artigo sétimo e a inclusão do parágrafo segundo no capítulo terceiro. O estudante Felipe Braga de Oliveira discordou devido o artigo primeiro deixar claro que o CACHA não é uma instituição lucrativa e que não teria sentido o Estatuto trazer um parágrafo proibindo dividendos. O Relator Adjunto discordou e apresentou o motivo da inserção do parágrafo devido a uma séria de problemas em gestões passadas devido a uma flexibilização do artigo primeiro. A proposta de mudança do parágrafo único foi aprovada com unanimidade e a inserção do parágrafo segundo foi votada com sessenta por cento do aval da plenária. As propostas seguintes foram de modificação do artigo dez, parágrafos um, dois e parágrafo único. A questão do quorum foi levantada pela estudante Shirley Botelho, no qual não fazia sentido ter um quorum em Assembléias do CACHA devido à dificuldade em reunir vinte por cento dos estudantes. A tese foi rebatida pelo estudante Ernesto Martinez que afirmou que deveria haver um quorum caso contrário haveria muita manobra por parte de futuras diretorias. A outra proposta da mesma estudante era a trimestralidade das assembléias. Vencidas as questões os parágrafos foram modificados e manteve-se o quorum. Após a leitura do artigo onze o Relator Geral apresentou propostas de modificação no parágrafo seis e supressão do parágrafo quatro. A tese apresentada pelo Relator Geral baseava-se no fato de uma futura gestão chamar uma assembléia para modificar o Estatuto ou que o mesmo poderia ficar sujeito a manobras ininterruptas por meio de gestões futuras. A proposta de modificação do parágrafo seis baseava-se na supressão da frase “Conselho do INHIS”. Ambas as propostas foram votadas por unanimidade pela plenária e modificando-se automaticamente o parágrafo único do artigo doze. Em seguida o Relator Adjunto pediu que o parágrafo três fosse modificado por apresentar incoerência em ter dois membros em cada Diretoria o que foi aprovado por unanimidade. Em seguida passou-se a leitura do artigo quatorze em que foi promessa de campanha da Gestão Nuqachis: a diminuição dos cargos do CACHA. O Relator adjunto pediu a palavra e explanou que uma das maiores dificuldades em constituir chapas era a quantidade excessiva de cargos e a segunda era que a mesma quantidade de cargos não fazia sentido na administração do CACHA. Para o Relator adjunto este artigo impedia a participação ampla e democrática dos estudantes no processo sucessório do CACHA. As propostas iniciais diziam respeito a mudança do cargo de Presidente para Diretor Geral, proposta pelo Relator Geral, e de Secretário Geral, pelo Presidente do CACHA. A plenária opôs-se as propostas e decidiu-se pela manutenção dos cargos e suas respectivas funções. Em seguida apresentou-se a proposta de fundir os cargos de primeiro e segundo secretário em secretário geral. O estudante Felipe Braga propôs que os cargos de primeiro e segundo diretor de finanças fossem fundidos ao de secretário geral. Para ele, o cargo de secretário poderia exercer a mesma função destes cargos. O estudante Samuel Ambrósio propôs que os cargos de diretor de esportes e eventos culturais fossem fundidos em apenas um, denominado, diretor de eventos. Para ele, não fazia sentido manter o cargo de esportes, em que se trabalharia apenas um ano. Em seguida a plenária discutiu sobre o cargo de diretor de formação política e esta discorreu sobre este cargo. Os vários manifestantes apresentaram os seguintes argumentos: o CACHA não poderia refletir as instâncias de outras instituições estudantis partidarizadas e que o mesmo cargo estava abrindo fissuras para a partidarização em médio e longo prazo do CACHA; a outra era que os estudantes de História tinham espírito crítico suficiente para entender e refletir sobre práticas e ideologias políticas. Em seguida o Relator Geral apresentou a proposta de modificar o cargo de diretor de divulgação e imprensa para comunicação e imprensa. Segundo o este a mudança no vocábulo divulgação para comunicação ficaria no âmbito das relações interpessoais enquanto que o termo divulgação apresentava-se de forma muito impessoal. O Relator Geral em seguida apresentou a proposta de criação do cargo de Tesoureiro. Após todas as discussões sobre os cargos do CACHA a mesa propôs sete cargos, no máximo oito, enquanto que uma parte da plenária pensou entre seis, no máximo sete e a outra oito, no máximo dez. O Relator Geral manifestou-se contra a proposta de dez diretorias afirmando que entre treze e dez ainda haveria um empecilho de administração, gestões esvaziadas e eleições bipolarizadas. Após longa discussão os cargos apresentados a plenária foram Presidente, Vice, Secretário Geral, Tesoureiro, Diretores de Comunicação e Imprensa, Eventos, Assuntos Acadêmicos e Suplentes. A proposta de seis cargos foi mantida excetuando-se o de Tesoureiro. O cargo de Suplente ficou regido pela inserção do parágrafo terceiro do novo artigo vinte e dois. Em seguida passou-se a leitura do capítulo primeiro. No parágrafo dez, a mesa apresentou a proposta de modificar o texto para uma data fixa de posse visto que as eleições do CACHA eram, desde 2008, mudadas em Assembléia Geral e havia gerado um problema de campanha e posse. A proposta da mesa era que a chapa eleita fosse empossada na segunda semana do início do ano letivo, já que as chapas que tomavam posse em Novembro não aproveitavam todo o calendário para desenvolver suas atividades junto aos alunos. A proposta foi rebatida pela estudante Shirley Botelho que afirmava que a chapa eleita deveria tomar posse imediatamente. Entretanto os estudantes Ernesto Martinez e Ygor Aoyagi apresentaram a defesa de que deveria haver uma data fixa para a posse e eliminando-se o problema das datas móveis, levanto-se em conta que a chapa eleita poderia ter os meses de férias para preparar junto com a gestão em vigor a transição de Diretoria. A proposta foi aprovada com três quintos dos votos válidos da Plenária. Em seguida a Mesa apresentou a Plenária o problema do Quorum em eleições. O Relator Adjunto defendeu que não teria sentido em ter quorum em uma eleição que não era obrigatória e, portanto, deveria tal dispositivo ser retirado do Estatuto. Após a aprovação unânime a Mesa argumentou que devido à inserção do inciso dez, artigo trinta, o inciso quinto, artigo 32 estaria automaticamente suprimido para poder entrar em acordo com o inciso dez do artigo trinta. Após a supressão do inciso quinto, os Relatores apresentaram a última proposta à plenária. Para os Relatores, o artigo trinta e quatro estaria em desacordo com as mudanças do artigo onze e, portanto, dever-se-ia criar um mecanismo mais democrático e forte para propor mudanças estatutárias. Os Relatores apresentaram como proposta de mudança estatutária o Congresso dos Estudantes, com mudanças estatutárias anuais e órgão máximo de deliberação do CACHA. A Mesa lembrou a Plenária que o parágrafo único do artigo doze estava alterado no que dizia respeito ao extinto inciso quatro. Aprovada a proposta de modificação do artigo trinta e quatro, o artigo nono teve a inserção o inciso primeiro, Congresso Geral, como a instância máxima de deliberação do CACHA. Após as mudanças ocorridas no Estatuto de 2008, durante a Gestão Atitude!, sendo Presidente o estudante Robeílton de Souza Gomes, o novo Estatuto passou a conter vinte e oito artigos, mantendo-s e os três títulos. A seguir o Presidente do CACHA, Ygor Aoygi renunciou ao cargo e os estudantes Marcelo Nunes de Souza e Josias Neves Freitas assumiram a Presidência e Vice-Presidência respectivamente. O estudante Ygor Aoyagi assumiu o cargo de Diretor de Divulgação e Imprensa que estava ocioso. Não havendo mais assuntos a tratar o Congresso foi encerrado as dezoito horas e trinta minutos. As informações aqui relatadas são verdadeiras e damos fé.

Manaus, 09 de Outubro de 2010. Ygor Yukihiro Rangel Aoyagi, Presidente do CACHA, Marcelo Nunes de Souza, Vice, Josias Neves de Freitas, 1° Secretário Geral, Samuel Ambrósio Cavalcante, Relator Geral, Helder Alves Lima, Relator Adjunto,

ADONILDO LOPES PEREIRA

ALDEMIRA FERREIRA DE ALMEIDA

ANA ALICE MORAES

CARLA CRISTINA MARQUES DE ALCÂNTARA

EDSON EVANDRO ALMEIDA CAMPOS

ERNESTO MARTINEZ RODRIGUEZ

FÁBIO RODRIGO SEVERIANO GUELBER

FELIPE BRAGA DE OLIVEIRA

FELIPE CABRAL CAVALCANTE

GREICE BATISTA DE FARIAS

HELSON VITOR MENDES GANDRA FERREIRA

HERMENEGILDO DO SIQUEIRA BRILHANTE

JESSYKA SAMYA LADISLAU PEREIRA COSTA

JONATHAS LAFAIETE DA ENCARNAÇÃO

JOSÉ ESIVAL ROCHA PENA

JULIANO GOMES DE SOUZA DA SILVA

KENNEDY PINHEIRO DOS SANTOS

MARCOS ROBERTO RUSSO DE OLIVEIRA

RAYANA BRITO RODRIGUES

REGIANE GAMA RODRIGUES

REGIANE PEREIRA RIBEIRO

RENAN AQUILES SOARES CAMBISE

RICARDO DE OLIVEIRA RAMOS FERRO

SARA DOS SANTOS ARAÚJO

SHIRLEY BOTELHO PEREIRA

SUELEN DE SOUZA AGUIAR

TIAGO RODRIGUES NEVES
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